O museu das grandes novidades

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Chego ao fim e revisto com meus velhos olhos

O legado do menino de prata. A dor do homem movediço

Sobre os olhos tortos e a luz de praga há uma primevera eterna

E nela repousa todo o meu cansaço, e, que assim distante, ele
Nunca vai embora.

Olho a juventude torta e corajosa e minha memória escoa

Sobre livros e enciclopédia. Meu conhecimento de bosta

Como o cálculo da fórmula de báskara que nem minha passagem paga

E tão pouco me responde a minha total apatia e desfelicidade com a vida

As loucuras. O velho mecanismo amistoso que ditava um poeta russo
As fontes e os limelights de um velho slide-insight me dizem
Que essas palavras não voam longe, mas me respondem
Me somam e dizem que não sou homem. Não sou o que me consome
E sou ao mesmo tempo. Nesta hora, às 00:08 horas em Dry Beach
Lembro que há um encontro nevado na colômbia.
O mar treme no Chile
As cordilheiras despencam nos andes
Os anarquistas tomam a Grécia
E meus sonhos se repetem
Mas estou acordado.

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~ por Água para Plantas em abril 5, 2015.

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