Globo

Os sonho dos seus portais…
Os céus abertos passando por um falso céu
Acima da minha cabeça a bolha
Cinza, opaca, onde por ela escorre a chuva.

O céu chora quando nos encontramos.
Não é chuva. Incomodo o teu e o meu destino
Em uma roupagem serena quase fria
Vejo seus olhos atrás de outros, sinto que não são verdadeiros
Sinto que não são os mesmos, sinto que não sou eu mesmo…

Senti seu medo e susto pelo meu e teu acaso calculado
Usando a mística matemática a estar ao seu lado
De peito apertado a lamentar pelo rádio que cantara teu destino
E em outro caminho, ouro menino distante a te esperar
Crava teu sentimento, ó peito… Dissimula alegria e frieza
Cria a felicidade, lembra do lugar comum no espaço…
Ó vazio espaço… Existirá esse lugar de átomo

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~ por Água para Plantas em março 19, 2013.

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